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Terça-feira, Abril 01, 2008

LANÇAMENTO DO "ASAS QUEBRADAS"



O lançamento do livro “Asas Quebradas” da minha autoria e da autoria do João Machado que teve lugar no passado dia 29 de Março na Galeria de Arte da Praça do Mar em Quarteira, foi um momento feliz que ficará registado nas nossas memórias.

Digo com alguma frequência que o amor, a família, a amizade não se agradece, sente-se!
E sentiu-se…
Não há palavras… Deixo-vos com as imagens…



Estiveram presentes o Vereador da Câmara Municipal de Loulé, o Exmº Senhor Possolo Viegas bem como o Exmº Senhor José Mendes, Presidente da Junta de Freguesia de Quarteira, que acolheram e honraram com os seus discursos as mais de oitenta pessoas que assistiram ao evento.

As expectativas foram superadas, uma vez que os cinquenta exemplares que dispúnhamos para venda no local esgotaram.
Informa-se os eventuais interessados que o livro estará disponivel em cinco livrarias dentro de duas semanas, a designar ainda pela Corpos Editora e entretanto pode ser adquirido através do nosso e-mail: meuquerido.diario@gmail.com ou do site da Editora em http://www.corposeditora.com/.

Todas as informações sobre o Livro AQUI
Por ♥≈Nღdir≈♥30-03-2008

Sexta-feira, Março 14, 2008

CONVITE

http://www.corposeditora.com/


O Lançamento do livro “Asas Quebradas” Uma edição da Corpos Editora dos Autores Nadir & John, vai ter lugar no próximo dia 29/03/2008, na Galeria de Arte da Praça do Mar em Quarteira pelas 15:30 horas.

O primeiro livro dos autores, narra uma história metafisica que toma corpo para além das barreiras do tempo, onde a espiritualidade dos protagonistas nos transporta a um mundo, não muito longe da realidade de alguns casais nos dias que correm.
Um romance em prosa poética, cujo efeito é uma jornada literária interessante e rica em sentimentos, emoções e viagens misticas…

Este evento conta com o apoio da Câmara Municipal de Loulé.

Informações e contacto:
E-mail: meuquerido.diario@gmail.com


Os Autores:

Nadir
Data de nascimento: 18 de Outubro de 1970
Naturalidade: Angola
Nacionalidade: Portuguesa
Site: www.ridanfeelings.blogspot.com

Sendo secretária de profissão desenvolvi o gosto pela escrita. O universo das letras, tão relevante, como forma de expressão...
Rabiscos...um aglomerado de letras que juntas se vão transformando em palavras, em frases, em expressões, esboços que revelam sentimentos, emoções, que contam momentos... momentos que contam uma história...
Reflexões de momento, criadas pelos estados de espírito e sentimentos que, em determinada altura afloram ao pensamento...
As coisas mais loucas que escrevo, são palavras que brotam num momento, e que passo rapidamente para o papel sem pensar...
São palavras que vem de dentro, por isso talvez difíceis de explicar... Para quem escreve, faz todo o sentido, embora pareça loucura aos olhos dos outros...



John
Data de nascimento: 14 de Janeiro de 1978
Naturalidade: Portuguesa
Site: www.diariojohn.blogspot.com
Sendo uma pessoa formada em gestão e finanças, admito que as letras não fazem parte da minha área de estudo.
No entanto, de há tempos para cá, tenho desenvolvido um gosto pessoal em exprimir os meus sentimentos por meio da escrita, em prosa ou poesia.
Desde muito novo que adoro ler. Leio quase tudo o que encontro! Mas do ler ao escrever... vai uma distância abismal!
Tenho descoberto que toda a base de leitura que adquiri tem-me dado uma ajuda preciosa para conseguir escrever e ordenar as minhas ideias de forma correcta, no entanto estou perfeitamente ciente que não passo de um leigo neste mundo.
Mesmo assim, procuro dar o meu contributo, porque acredito que ao escrever estou a desenvolver-me como ser humano... Considero mesmo a escrita como parte essencial da minha vida presente e certamente futura...

O Livro:




Um romance em capítulos ilustrados, uma narração metafísica que toma corpo para além das barreiras do tempo, onde a espiritualidade dos protagonistas, nos transporta a um mundo, não muito longe da realidade de alguns casais nos dias que correm… Encontros e desencontros, alegrias e tristezas, traições e sofrimentos…
A força e a importância do amor na eternidade de um tempo, cujos mistérios são o segredo bem guardado que o futuro esconde…
O resultado é uma jornada literária interessante, rica em sentimentos, emoções e viagens místicas…
Uma edição da Corpos Editora com uma tiragem de 300 exemplares, de grande qualidade, em capa dura devidamente registado no ISBN e disponível na Biblioteca Nacional.

Pode ser adquirido através do e-mail disponibilizado pelos autores ou directamente no site da Corpos Editora por todos aqueles que estiverem interessados a partir do dia 30 de Março de 2008, pelo valor de €20,00.



A Editora:
A Corpos Editora, sediada em Vila Nova de Gaia, foi fundada em 6 de Maio de 2000, por Ex-Ricardo dePinho Teixeira e Adriana Pereira. Enquanto editora literária, editou já cerca de 300 obras, essencialmente de jovens autores. O seu domínio editorial estende-se desde a poesia, ao livro infantil, passando pela prosa e pela fotografia. Promovem também o teatro, a fotografia e as mais diversas artes. Apostam na interacção entre as mais variadas expressões artísticas através dos seus eventos Corpos, transformando o espaço no rosto já característico da editora.
Os “Maços de Poemas” foram a primeira obra lançada pela editora. Criação de Ricardo dePinho Teixeira, co-fundador da Corpos, foi o primeiro de vários livros-objecto. Estes novos conceitos de livros, característicos da editora, não só transformaram o conceito do livro em si, mas também possibilitaram chegar a uma nova geração de leitores que, atraídos pelo objecto, ganharam um novo gosto pela leitura. As colecções “Dos Que Têm Sede” e o “Greatest Hits” são disso exemplos.
Assim e nos anos seguintes a editora foi crescendo alicerçada na edição e criação de Adriana Pereira e do também escritor Ricardo dePinho Teixeira.
Em Abril de 2002, Paulo Cruz entra para designer da editora e vem ajudar a assumir um cada vez mais arrojo estético. No final desse ano, Ricardo assume a sua vida como forma de arte e encenação do seu Eu e ressurge como Ex-Ricardo dePinho Teixeira.
Em 2003, após algumas tentativas anteriores, a Corpos Editora assume, definitivamente, aquilo que as grandes editoras e o Estado se esqueceram: passam a editar, como grande aposta editorial, livros de autores desconhecidos do grande público. Fazem-no apenas usando o seu critério de qualidade. E fazem-no em grande: mais de 150 obras publicadas na iniciativa Ministério da Poesia.
No final do ano de 2004 surge a Colecção Nus, formato de livro de luxo, em capa dura, que dá ainda mais originalidade à editora.
Ao longo destes anos a Corpos investe também em eventos artísticos: faz uniões e pontes entre as várias artes: da fotografia à poesia, da pintura, ao teatro e à música. Estas características já tornaram os eventos Corpos em noites surpreendentes e cativantes para o público leitor e não só. A Corpos orgulha-se em formar a ponte entre a arte e o público leitor e não leitor. Esse é o verdadeiro público da Corpos Editora.
A Corpos Editora surge assim como um microfone para quem tem algo para dizer, uma casa aberta, um barco onde cabe sempre mais um…

Contactos:
info@corposeditora.com





Sexta-feira, Janeiro 11, 2008

PENSAMENTO SEM VOZ...





No momento em que o silêncio assume o som da minha voz... dito palavras... sem as proferir...

(♥≈Nღdir≈♥)

...e sem as escutar o meu coração as compreende como suas!

(¦☆¦Jøhη¦☆¦)

Sexta-feira, Outubro 19, 2007

A MINHA CITAÇÃO PREFERIDA...


"Sou a soma total de mim mesmo"
(John)


Perdem-se as minhas palavras vazias no silêncio cheio das tuas...
(Nadir)


Nota: John fiquei sem palavras quando encontrei esta frase tua no meio de um texto que me deste a ler… em suma, é a resposta a muitas questões entre o ser e o não ser…

Sexta-feira, Maio 04, 2007

Sonho… (In)Constante (parte II)


-Que se passa contigo? Vejo-te tão absorvida a ver o mar... com o olhar tão distante... como se o amanhã não existisse e o horizonte fosse desaparecer com o cair da lua!

- Nada de especial, apenas vejo esta bonita paisagem à minha frente... apenas inalo este aroma que o mar me traz... e enquanto isso penso...

- E esses pensamentos... são susceptiveis de ser partilhados com um amigo? Ou preferes guardá-los na intimidade do teu ser...?

- Não são nada de especiais, a sério! Apenas devaneios da minha mente... recordações, memórias de um tempo que ficou... um tempo que ainda lembro hoje em dia... que ainda me faz olhar o horizonte, com este olhar distante.

- São pensamentos desses... também eu os conheço minha amiga... só que eu poucas vezes me recolho no mar... sou mais da planicie, e das formas que ela toma... linda, agora na primavera, cheia de flores e de verde! O vento que sopra traz-me vozes que já não ouço há tempos... o sol projecta sombras de pessoas que já não vejo há muito...

- Sou então eu que te questiono agora. Que se passa contigo? Pois tais pensamentos, trazem-me o cheiro da melancolia...

- Eu sou mesmo assim! Já sabes como é... nada de especial, apenas pensamentos...

- Entendo, fiquemos então, cada um de nós com os nossos pensamentos... estou por aqui, ao pé do mar, mas escutar-te-ei sempre que precisares!

- De acordo! Que assim seja minha amiga, perde-te com o olhar no meio do mar, enquanto eu, tranquilo contemplo a beleza do interior, e ouço as novas que o vento me traz... estou por aqui sempre que precisares.


by ¦☆¦Jøhη¦☆¦

Quarta-feira, Maio 02, 2007

Sonho... (In)Constante (Parte I)

Fotografia de MARIAH


Estás muito quieta hoje…
- Sim… Vagueio por entre pensamentos…

Pensas em quê?
- Em tudo… em nada…

Estás estranha…
- Não… Apenas penso…

Hummm desmasiado quieta… demasiado calada…
- Não estou eu por acaso a responder-te?
Como podes dizer que estou demasiado calada?

Estranhamente silenciosa, estranhamente pensativa…
- Sim, quieta… estranha… não sei…

Quieta, como se navegasses por entre sonhos acordada…
- Os meus sonhos, voaram nas asas do vento…

Então vai atrás deles!
- Não posso!!!

Não podes porquê?
- Perdi-lhes o rastro, não sei em que direcção procurar

Mas devias tentar, teus sonhos novamente encontrar…
- Devia? Achas? Já não sou menina para correr atrás de sonhos

Já pensaste o que seria se todos deixássemos de sonhar?
- Eu não deixei de sonhar…

Não? Pensei que era o que me tinhas acabado de dizer…
- Sonho ainda quando durmo… apenas isso…

Não falamos nós de sonhos que gostaríamos de tornar realidade?
- Sim… mas esses voaram nas asas do vento

Se não os podes prosseguir, se não os consegues encontrar…
- Sim…

Então cria novos sonhos para concretizar, o que esperas?
- Não vale a pena… Já não tenho sonhos para alcançar…

Acaso não consegues ouvir o que te digo?
- Então?

Não és menina, mas a vida é pobre sem o sonhar
- Não quero sonhos que em realidade não posso transformar…

Sim… mas se não sonhares, se não tentares, nunca saberás…
- Saber o quê afinal?

Se os consegues realizar, vais desistir?
- Não vou desistir de mim… apenas de sonhar…

E os sonhos de outrora?
- Agora és tu que não me escutas, voaram nas asas do vento…

Então tinha razão!
- Sobre o quê?

Estás estranha…
- Vagueio por entre pensamentos…

E pensar também não é sonhar?
- Penso apenas… como seria sonhar e não mais acordar…

Estás estranha… demasiado estranha…




By ≈♥ Nadir ♥≈ 12-04-2007

Sexta-feira, Abril 13, 2007

A ROSA... (Parte II)

:::Continuação do post anterior:::
Meu amor, aqui, perto de ti, contemplo-te... adoro-te, mesmo na forma que a morte te atribuiu.

Estou a precisar do teu conselho, minha querida. Conheci alguém... uma pessoa extraordinária, que parece capaz de suprir o vazio que ao partires, deixaste no meu coração.

Mas não sei... não estou seguro do que sinto. De facto foste sempre apenas tu que exististe na minha vida... a tua morte, fez morrer também parte de mim. A parte que ama... e não sei se falo de amor por esta pessoa, se apenas falo da falta que eu sinto de carinho...

Dizem-me que ainda sou jovem... que não me devo submeter a este desgosto. Que devo encontrar um novo amor que me preencha... será mesmo? Eu ouço as opiniões e nada sinto. Ainda acredito que só o pensar nisso é uma traição que te faço.

Quanto a esta pessoa de que te quero falar... ela sabia da minha situação... estranhou o facto de eu ainda usar a aliança no dedo. Disse-me que não era assim que eu respeitava a tua memória, que certamente que tu ias querer que eu fosse feliz... a forma suave como o disse, o seu olhar... despertaram algo em mim que eu não sentia desde que... desde que te conheci. Que devo fazer meu amor? Devo acreditar que ainda posso ser e fazer alguém feliz... ou devo ser sempre teu, uno contigo, um amor que nem a morte pode terminar...

Voltarei em breve meu amor, com outra rosa para ti. Até lá, peço-te que penses no que te contei...

Um beijinho, amo-te imenso.


by ¦☆¦Jøhη¦☆¦ (16/3/2007)

Nota do autor: A minha amiga Nadir enviou-me o seu texto chamado "A Rosa", e eu decidi por minha vez escrever o que o homem que visita a sua amada falecida lhe poderia dizer. Assim sendo, decidimos que os dois textos seriam postados em sequência.